Textos de: Guilherme Xavier Sobrinho

Desconcentração do emprego formal perde fôlego na década

Por: e

Edição: Ano 20 nº 11 - 2011

Área temática:

Na última década, o mercado de trabalho recobrou, no País, um dinamismo por longo tempo perdido. No Rio Grande do Sul, o número de postos formais de trabalho cresceu 41,5%. Na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), esse impulso foi mais brando, e a expansão situou-se em 35,4%. Com isso, a participação da RMPA no […]

Renda familiar: multiplicidade de origens e diferenças regionais

Por:

Edição: Ano 20 nº 03 - 2011

Área temática:

Assunto(s): ,

Sucessivos indicadores apontam considerável redução da miséria no País e atenuação da histórica desigualdade de renda. Destaca-se, apropriadamente, o papel que o mercado de trabalho desempenha nesse sentido: entre 2004 e 2008, de acordo com a RAIS-MTE, o número de assalariados formais cresceu 25,6%; sua massa salarial, nada menos do que 36,5%. Segundo a Pesquisa […]

Emprego formal: semestre de saldos positivos, mas declinantes

Por:

Edição: Ano 18 nº 08 - 2009

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Assunto(s):

No primeiro semestre de 2009, o Brasil sustentou resultados positivos de seus índices de emprego formal, a se considerarem os saldos (admissões menos demissões) acumulados em 12 meses, apurados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Excetuada a Região Norte, essa expansão continua a se verificar, mês a mês, em todas as regiões do País e […]

Crescimento do emprego formal surpreende

Por:

Edição: Ano 13 nº 02 - 2004

Área temática:

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apurou, nos 12 meses encerrados em novembro, crescimento de 3,03% do emprego formal no País — percentual muito superior a qualquer estimativa para a variação do PIB em 2003. Em sua home-page, o MTE não esconde a perplexidade com o resultado. No Rio Grande do Sul, considerando o desempenho positivamente diferenciado do PIB […]

Mercado de trabalho gaúcho numa perspectiva de 10 anos

Por:

Edição: Ano 12 nº 11 - 2003

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Assunto(s):

A divulgação, no último mês, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) referente a 2002 oportuniza uma caracterização geral do mercado de trabalho gaúcho, a qual adquire maior alcance quando se abordam seus resultados em uma perspectiva comparada. Toma-se, aqui, como parâmetro, a situação de 10 anos antes. Nesse intervalo de tempo, a População Economicamente Ativa (PEA) cresceu 12,3%. […]

Desocupação expressa a diversidade regional do RS

Por:

Edição: Ano 12 nº 05 - 2003

Área temática:

Assunto(s):

Desde os anos 90, a problemática regional desfruta de renovado interesse. No Rio Grande do Sul, a criação dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), em 1991, ou a experiência do Orçamento Participativo assinalam a emergência e o fortalecimento de instâncias “infra-estaduais” de representação e de organização social. Nesse contexto, tem merecido atenção a heterogeneidade socioeconômica entre as regiões gaúchas. O mercado de […]

RS atinge, em 2002, a marca de dois milhões de empregos formais

Por:

Edição: Ano 12 nº 03 - 2003

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Assunto(s):

O Ministério do Trabalho e Emprego, através do Caged, que computa admissões e desligamentos no mercado formal, apurou uma variação positiva de 42.688 postos de trabalho no Rio Grande do Sul, de janeiro a dezembro de 2002. No agregado do Brasil, houve acréscimo de 762.414 empregos, destacando-se que todas as unidades da Federação registraram crescimento. Tomando-se como parâmetro o estoque de […]

RS lidera geração de emprego industrial entre 1996 e 2000

Por: , , e

Edição: Ano 11 nº 09 - 2002

Área temática:

O IBGE divulgou recentemente os resultados da Pesquisa Industrial Anual (PIA) de 2000, que vêm confirmar a continuidade de um processo de desconcentração regional da atividade industrial no Brasil. Nesse sentido, entre 1996 e 2000, a Região Sudeste viu reduzir-se de 68,1% para 66,1% sua parcela relativa no Valor da Transformação Industrial (VTI) do País; no emprego industrial, o recuo foi […]

O emprego formal em 2001

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Edição: Ano 11 nº 03 - 2002

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Assunto(s):

No ano passado, o Rio Grande do Sul gerou um adicional de 50.309 empregos formais, resultado pouco inferior ao de 2000 (53,5 mil postos). Como naquele ano, a indústria de transformação (IT) foi responsável pela maior parcela das novas vagas: em 2000, 57,1%; em 2001, 40,2% (20.223 postos). O comércio criou, em 2001, um número de empregos próximo ao […]