Textos com assunto: desempenho

Desempenho do emprego formal, segundo as ocupações, no RS, em 2015

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Edição: Ano 24 nº 07 - 2015

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Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado do Rio Grande do Sul, nos primeiros cinco meses de 2015, ampliaram-se em 1.335 postos de trabalho (0,05%), resultado de 605.717 admissões e 604.382 desligamentos. Em termos setoriais, os dados revelam que, dos oito setores de atividade econômica, os que evidenciaram desempenho positivo foram: a indústria de transformação, com 7.334 postos ou 1,00%; os serviços, com 4.743 postos ou 0,46%; e a administração pública, com 537 postos ou 1,76%. Os demais setores registraram perdas. As maiores ocorreram no comércio (-7.536 postos ou -1,21%) e na construção civil (-3.362 postos ou -2,27%).

A partir da análise da movimentação de admissões e desligamentos do emprego, segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), a tabela apresenta as quatro ocupações com os maiores saldos positivos e as quatro com os maiores saldos negativos no período de janeiro a maio de 2015. As ocupações que tiveram expansão responderam por 14,67% do total de admissões e 12,50% do total dos desligamentos no Rio Grande do Sul, no período analisado. Como características mais gerais dessas ocupações, observa-se o predomínio daquelas com menores exigências de especialização e escolaridade. Os empregados possuíam 10,69 anos de escolaridade e ganhavam 1,26 salário mínimo (SM). Em contraposição, a tabela também apresenta as quatro ocupações com os maiores saldos negativos entre admissões e desligamentos, as quais responderam por 15,00% do total das admissões e 16,38% dos desligamentos. Verifica-se também o predomínio daquelas com menores exigências de especialização e escolaridade, e os empregados nessas ocupações possuíam quantidades ligeiramente superiores de anos de estudos (11,44 anos) e remuneração (1,31 salário mínimo). Destaca-se que as ocupações que tiveram saldo negativo entre admissões e desligamentos possuíam salários melhores e maior escolaridade.

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Desempenho da ocupação em nível setorial, na RMPA, nos anos 2000

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Edição: Ano 20 nº 05 - 2011

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Durante os anos 2000, o mercado de trabalho da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) refletiu a conjuntura favorável da economia brasileira. Dados da Pesquisa Emprego e Desemprego (PED-RMPA) mostram que, no período 2000- -10, foram absorvidas cerca de 42 mil pessoas por ano na Região, enquanto, nos anos 90, a média foi de 26 mil. Analisando- se a capacidade de absorção de mão de obra através da variação do número de ocupados por ramo de atividade, pode-se perceber quais foram os segmentos mais e menos dinâmicos. A primeira constatação é que 56,2% dos ramos identificados pela PED apresentaram o desempenho acima da média da RMPA, enquanto 43,8% ficaram abaixo — entre esses, estão cinco segmentos que registraram variação negativa.

Os ramos mais dinâmicos foram a indústria eletroeletrônica e de transportes (com 112,5% de aumento), os serviços pessoais (78,3%), os serviços de comércio, administração de valores imobiliários e imóveis (62,5%), a educação (62,1%), a saúde (56,3%), os serviços de diversões, radiodifusão e teledifusão (50,0%), outros serviços (48,8%), os serviços especializados (48,0%), o segmento de reformas na construção civil (46,5%) e o comércio atacadista (46,2%). Note-se que os segmentos da atividade produtiva que apresentaram ritmo de crescimento mais elevado não constituem, necessariamente, os que apresentaram a maior variação em termos absolutos, como é o caso da educação, da saúde e dos serviços especializados.

Cabe ressaltar-se que alguns segmentos da atividade produtiva da RMPA apresentaram recuo no contingente de ocupados. Entre esses, estão a indústria de calçados (-6,7%), os serviços de utilidade pública (-13,3%), a indústria do vestuário (-20,0%) e os serviços comunitários (-22,6%).

Desempenho da ocupação em nível setorial, na RMPA, nos anos 2000

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O desempenho da arrecadação do ICMS em 2009, no RS

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Edição: Ano 18 nº 12 - 2009

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Em 2009, o desempenho da arrecadação do ICMS no RS refletiu os impactos da crise econômica mundial e a consequente retração nas economias brasileira e gaúcha. A arrecadação acumulada de janeiro a setembro de 2009 atingiu a cifra de R$ 10,619 bilhões, contra R$ 10,650 bilhões em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Sefaz-RS. Em termos de valores, a queda foi de 0,3% no período. Cabe acrescentar-se que o desempenho da arrecadação estadual só não foi pior devido às ações adotadas pela Sefaz-RS, visando combater a sonegação. O fato de o Estado arrecadar um volume de recursos inferior ao previsto resultou, dentre outras consequências negativas, na postergação de investimentos no RS.

Considerando-se a arrecadação por setores no período jan.-set./09, a indústria de transformação, segmento que representa quase a metade (44,30%) do valor arrecadado do ICMS, teve um crescimento de 12,3% em relação ao valor acumulado no mesmo período de 2008. O segmento serviços e outros, com participação de 12,72%, apresentou crescimento de 4,1%. Por outro lado, o comércio atacadista, com participação de 24,43% no total arrecadado, teve uma queda de 17,7%. O comércio varejista, com 12,46% de participação, apresentou uma queda de 1,5%.

O desempenho da arrecadação do ICMS em 2009, no RS

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