Textos de: Roberto Silveira Marcantônio

O Brasil mais forte no front externo

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Edição: Ano 18 nº 06 - 2009

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É impossível preverem-se os desdobramentos e a duração da crise mundial. Da mesma forma, resulta inexeqüível antecipar as efetivas conseqüências da crise na economia nacional. É óbvio que o Brasil se depara com condições mundiais adversas ao seu crescimento, ao contrário do período de forte prosperidade global interrompido pela crise. Contudo, no período de prosperidade, […]

A exigência provocada pela desvalorização cambial

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Edição: Ano 17 nº 12 - 2008

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Nos cinco anos transcorridos desde 2004, a economia brasileira experimentou seu melhor período dos últimos quase 30 anos, caracterizado pela aceleração do crescimento e pela boa evolução das mais importantes variáveis macroeconômicas. A pedra fundamental desse quadro foi o processo de ajuste externo da economia e, no núcleo desse ajuste, a espetacular melhora do desempenho […]

A rápida queda do saldo da balança comercial brasileira

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Edição: Ano 17 nº 06 - 2008

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Do lançamento do Plano Real a 2001, o desempenho da balança comercial brasileira foi precário. Por isso, mantiveram-se excessivos os déficits em transações correntes e as necessidades de financiamentos externos da economia. Como conseqüência, o País experimentou instabilidade e crises cambiais repetidas, o que foi decisivo para manter baixa a taxa média de crescimento da […]

O aumento dos preços das exportações brasileiras em 2007

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Edição: Ano 17 nº 02 - 2008

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Em 2007, no Brasil, a taxa de câmbio manteve forte a tendência de valorização do real. Essa apreciação não ocorreu apenas na relação real/dólar, mas também na cotação do real frente à maior parte dos principais parceiros comerciais. Assim, o preço em real da cesta de moedas dos 13 principais parceiros comerciais do País caiu […]

Sobre a queda da dívida externa brasileira

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Edição: Ano 16 nº 08 - 2007

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Nos anos 90, no Brasil, a abertura comercial e a política cambial do Plano Real causaram a deterioração dos saldos da balança comercial, ampliando exageradamente os déficit das transações correntes, por conseqüência, passou a ocorrer rápida expansão da dívida externa. Outros graves problemas tomaram vulto a partir dos fatos referidos. Para atrair os financiamentos necessários […]

Os fluxos de investimentos diretos no Brasil, em 2006

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Edição: Ano 16 nº 03 - 2007

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Os investimentos brasileiros diretos (IBDs) líquidos, em países estrangeiros, em 2006, atingiram US$ 27,3 bilhões. A soma é altíssima, e, pela primeira vez, os IBDs suplantaram a entrada dos investimentos estrangeiros diretos (IEDs) líquidos, de US$ 18,8 bilhões. O montante dos IBDs, em larga medida, esteve ligado a aquisições de empresas siderúrgicas pela Vale do […]

A melhora dos indicadores de endividamento externo

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Edição: Ano 15 nº 09 - 2006

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Entre 1995 e 2000, o Brasil registrou déficits na balança comercial e grandes déficits na conta de transações correntes. Esse desequilíbrio foi agravado pelo acúmulo de uma dívida externa de dimensões preocupantes. Tais circunstâncias contribuíram para elevar o Risco-Brasil e para expor o País a fortes reduções dos financiamentos externos durante as crises financeiras internacionais. […]

As excelentes contas externas nacionais em 2005

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Edição: Ano 15 nº 04 - 2006

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Em 2005, o Brasil logrou reduzir sua dívida líquida externa e ampliar suas reservas estrangeiras. A dívida externa total mais empréstimos intercompanhia — de US$ 220,2 bilhões em dezembro de 2004 — caiu para US$ 201,2 bilhões em outubro de 2005. As reservas externas líquidas ajustadas — quer dizer, descontadas quaisquer dívidas com o FMI — subiram de US$ 27,5 […]

A valorização cambial no Brasil

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Edição: Ano 14 nº 11 - 2005

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Desde meados de 2004, a taxa de câmbio mostrou persistente valorização do real frente às moedas dos principais parceiros comerciais do Brasil. As lideranças de setores exportadores têm manifestado preocupação e solicitado providências governamentais. Os analistas econômicos evidenciaram apreensão, em vista das ameaças que a circunstância estabelece à manutenção da performance favorável da balança comercial. Nessa questão, não estão envolvidas “apenas” as […]

O futuro das exportações gaúchas para a Argentina

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Edição: Ano 11 nº 03 - 2002

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A desvalorização cambial argentina vem motivando manifestações de apreensão quanto às perspectivas das exportações gaúchas àquele país, que, na média dos últimos cinco anos, foi o destino de 11,0% das exportações do Estado. Contudo a principal preocupação deve ser a continuidade da recessão naquela economia. No mínimo, desde 1994, o comportamento dessas exportações esteve pesadamente condicionado às taxas de crescimento da […]