Textos com assunto: Porto Alegre

Emprego formal: recuperação só amplia vagas de até dois salários mínimos

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Edição: Ano 19 nº 01 - 2010

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Apoiado na preservação da demanda interna, o desempenho do emprego formal em 2009 tem sido melhor do que se vislumbrava no começo do ano. Depois de demitir centenas de milhares de trabalhadores no auge da crise econômica internacional (nov./08-jan./09), o mercado de trabalho formal do Brasil voltou a criar vagas a partir de fevereiro. No acumulado do ano até outubro, foram adicionadas 1.163.607 vagas com carteira assinada, porém com remunerações que não ultrapassam os dois salários mínimos (SMs) – o saldo líquido entre admitidos e desligados só foi positivo para as faixas de até dois SMs, que adicionaram 1.579.799 trabalhadores. Em contrapartida, foram fechadas 435.937 vagas com salários superiores a dois SMs. O emprego formal no Rio Grande do Sul mostrou uma trajetória distinta da do País, observando-se um movimento de recomposição somente a partir de agosto de 2009. No acumulado do ano, foram geradas 50.227 vagas, com saldo líquido positivo apenas para as faixas de até 1,5 SM, que agregaram 98.432 empregados, enquanto as faixas acima disso dispensaram 49.420 trabalhadores. Esse processo, porém, não foi desencadeado pela crise mundial, mas acelerado por ela. Nos primeiros 10 meses de 2008, quando a economia estava aquecida (o PIB do Brasil atingiu incremento de 7,1% no terceiro trimestre de 2008 frente a igual trimestre de 2007), as faixas salariais acima de três SMs no Brasil e acima de SMs no RS também desligaram mais trabalhadores do que admitiram. Na crise, a prática de dispensar trabalhadores que ganham mais para substituí-los por outros com salários menores acentua-se, tornando-se um recurso estratégico das empresas para reduzir custos rapidamente.

Ademais, a recuperação do emprego formal no pós-crise deu-se, sobretudo, graças aos setores de serviços e da construção civil, que, tradicionalmente, pagam menos do que a indústria de transformação, que foi mais duramente atingida pela turbulência econômica mundial. A indústria foi o setor que mais demitiu na crise e o que mais demorou para se recuperar. Pode-se esperar que a retomada da dinâmica do emprego na indústria aumentará a participação dos salários mais altos no mercado de trabalho formal. em 38.855, e o acima dele, em 13.221. Esses dados sugerem que as empresas devem estar contratando trabalhadores com formação escolar acima dos requerimentos de qualificação exigidos pelos novos postos, tendo em vista que o patamar de escolaridade da população como um todo vem-se elevando. Por outro lado, diante de uma conjuntura adversa ao crescimento, mais pessoas desempregadas com qualificação estão dispostas a trabalhar por um salário mais baixo.

Pelo visto, o Brasil supera a recessão e ruma para uma taxa de crescimento do PIB próxima a 5% em 2010, sem criar vagas com remuneração superior a R$ 930,00 – o equivalente a dois Sms hoje – ou a R$ 697,00, no caso do RS.

Emprego formal recuperação só amplia vagas

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Desempenho do mercado de trabalho na RMPA, em 2009

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Edição: Ano 19 nº 01 - 2010

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O desempenho do mercado de trabalho na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) ficou acima das expectativas quando do início da crise financeira internacional em meados do segundo semestre de 2008, embora seus efeitos tenham deixado marcas. O período jan.-nov./09 apresentou indicadores negativos e positivos para o mercado de trabalho na RMPA, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Segundo os dados levantados pela Pesquisa de Emprego e Desemprego da RMPA, após cinco anos consecutivos de declínio, a taxa média de desemprego total apresentou variação positiva, passando de 11,3% em 2008 para os atuais 11,4%. Tal resultado decorreu do ingresso de 25.000 trabalhadores na força de trabalho metropolitana, que superou a geração de 21.000 ocupações. Com o acréscimo de 4.000 pessoas, o contingente de desempregados ficou estimado em 229.000 indivíduos, no período em análise.

O comportamento da ocupação, segundo os diferentes setores da atividade econômica, mostrou expansão em quase todos, excetuando-se o da indústria, que, após dois anos de incremento, apresentou uma redução de 19.000 postos de trabalho, sendo o setor que sentiu mais intensamente os efeitos da crise. A elevação mais importante ocorreu no setor serviços, que acrescentou 29.000 ocupações e, em menor medida, no comércio, com 8.000 postos de trabalho.

O fato positivo no mercado de trabalho metropolitano ficou por conta do comportamento dos rendimentos. Em relação ao período analisado do ano de 2008, houve aumento de 4,7% no rendimento real médio do total de ocupados e de 3,4% no de assalariados.

Desempenho do mercado de trabalho na RMPA, em 2009

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Primeiros efeitos da crise no mercado de trabalho da RMPA

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Edição: Ano 18 nº 05 - 2009

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Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), a partir de agosto de 2008, quando se intensificou a crise financeira internacional, observa-se queda acentuada na proporção de ocupados com jornada acima de 44 horas. Em fevereiro de 2009, a parcela de ocupados com jornada acima da legal atingiu a menor dimensão (32,8%), quando comparada com a de idêntico mês dos anos anteriores a partir de 2000. Levando-se em consideração os setores econômicos, todos apresentaram redução, sendo a mais acentuada na indústria, onde 22,5% trabalharam mais do que 44 horas, face a 32,2% nos serviços e 50,9% no comércio.

Ao lado dessa redução, observa-se que o crescimento do desemprego, no mês de fevereiro, foi o mais intenso (4,0%), quando comparado com o do mesmo período de anos anteriores a partir de 2000, apesar de apresentar, nesse mês, a menor taxa de desemprego (10,4%) desde 1995.

Esses resultados indicariam que as primeiras ações de ajuste do nível de atividade das empresas frente ao arrefecimento da demanda causada pela crise internacional podem ter sido a redução da jornada de trabalho e a concessão de férias coletivas. Face às incertezas quanto ao desdobramento dessa crise, coloca-se a possibilidade de um cenário de deterioração do mercado de trabalho, no qual o esgotamento de tais estratégias pode dar lugar à elevação do desemprego.

Primeiros efeitos da crise no mercado de trabalho da RMPA

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Cresceu a proporção de mulheres entre os desempregados

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Edição: Ano 18 nº 03 - 2009

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Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego realizada na Região Metropolitana de Porto Alegre, no período 2000-08, aumentou expressivamente a proporção de mulheres no contingente de desempregados. Em 2000, do total dos desempregados na Região, 52,7% eram do sexo feminino, chegando a 58,1% em 2008.

A evolução da taxa de desemprego observada entre 2000 e 2008 apresentou, entretanto, uma trajetória de queda para ambos os sexos. A taxa de desemprego das mulheres passou de 19,6% para os atuais 13,9%, e a dos homens retraiu de 14,2% para 8,8%.

A taxa de desemprego masculino registrou uma retração,
no período, de 38%, enquanto a taxa do grupo feminino sofreu uma variação negativa menor, de 29%, que, por conseguinte, acentuou a proporção de mulheres no desemprego. Esse aumento da proporção de mulheres entre os desempregados deveu-se também ao incremento da taxa de participação feminina (PEA/PIA), que cresceu de 49,7% em 2000 para 51,4% em 2008 (a participação masculina sofreu decréscimo de 69,2% para 66,9% no período).

Saliente-se, ainda, que essa desvantagem das mulheres em sua inserção no mercado de trabalho é também constatada quando se observa cada ano da série estatística da PED: as taxas de desemprego feminino, invariavelmente, mantiveram-se superiores às taxas masculinas na comparação ano a ano, atingindo, em 2003, o patamar de 20,2%, enquanto o desemprego masculino atingiu sua maior taxa no ano 2000, com 14,2%.

Cresceu a proporção de mulheres entre os desempregados

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A região de influência de Porto Alegre

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Edição: Ano 17 nº 12 - 2008

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O estudo Regiões de Influência das Cidades 2007 (IBGE), recém-lançado, determinou a hierarquia e as áreas de influência dos principais centros urbanos do País, formando, assim, a rede urbana do Brasil. Para tanto, a pesquisa utilizou informações quantitativas sobre gestão territorial (pública e privada): órgãos federais dos Poderes Executivo e Judiciário, sedes de empresas e equipamentos e serviços (comércio e serviços, instituições financeiras, saúde, etc.).

Em termos nacionais, Porto Alegre está entre as 12 principais cidades do País, hierarquicamente abaixo das metrópoles nacionais de São Paulo (a mais notável), Rio de Janeiro e Brasília e no mesmo nível das metrópoles de Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e Goiânia. A área de influência de Porto Alegre compreende o RS e parte de SC, com vínculos diretos ou indiretos com as diversas cidades, concentrando 8,3% da população total do País e 9,7% do PIB nacional.

No âmbito da gestão federal, a capital gaúcha figura, logo abaixo de Brasília e Rio de Janeiro, no mesmo nível de São Paulo e Recife. Quanto à gestão empresarial, Porto Alegre também está em posição de destaque no mesmo plano de Brasília, Belo Horizonte e Curitiba, porém abaixo de São Paulo, líder absoluta nesse quesito, e Rio de Janeiro. Destacam-se, no terceiro nível, num grupo de 15 cidades do País, as gaúchas Caxias do Sul, Novo Hamburgo e São Leopoldo.

Convém ressaltar-se, por fim, que Porto Alegre detém papel relevante no cenário nacional como pólo de atração de investimentos e como centro decisório.

A região de influência de Porto Alegre

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Melhora na distribuição de renda do trabalho na RMPA

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Edição: Ano 16 nº 05 - 2007

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Observando-se a distribuição dos rendimentos dos ocupados, nos últimos anos, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), é possível verificar, pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), uma tendência de desconcentração da renda do trabalho, evidenciada no aumento significativo da parcela da renda apropriada pelos trabalhadores que pertencem ao grupo dos 25% que auferem os menores rendimentos (Grupo 1). Esse movimento ganhou impulso expressivo no ano de 2006, tendo o percentual da renda do trabalho apropriada pelo grupo subido de 7,77% para 8,29%. O mesmo movimento de crescimento foi observado para os trabalhadores do Grupo 2 (25% dos trabalhadores com rendimentos inferiores à mediana), que passaram de 13,38% em 2005 para 13,77% em 2006.

O movimento inverso, por conseqüência, ocorreu no Grupo 4, correspondente aos ocupados de maior renda. Esses trabalhadores, em 2006, auferiram 56,88% do total de rendimentos do trabalho na RMPA. Esse percentual, nos anos de 1994 e 2000, era maior que 60%.

Os dados da PED sinalizam uma melhora na distribuição da renda do trabalho, na RMPA, no último período, resultado de um ganho real de renda dos ocupados de menores rendimentos, destacando-se os empregados nos serviços domésticos. Porém a distribuição atual ainda está muito longe de padrões de países avançados. Segundo a ONU, que utiliza um conceito mais geral de renda e não só a oriunda do trabalho, o Brasil ocupa a incômoda 117a posição entre 124 países analisados.

Melhora na distribuição de renda do trabalho na RMPA

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Redução de cargos de chefia atinge menos as mulheres na RMPA

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Edição: Ano 16 nº 03 - 2007

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A supressão de cargos hierárquicos mais elevados nas organizações — devido às novas formas de gestão implementadas nos últimos anos — atingiu de forma menos contundente a parcela feminina que ocupava funções de comando na Região Metropolitana de Porto Alegre do que a dos homens que estavam na mesma condição.

Na comparação dos períodos 1993-94 e 2003-04, segundo os dados da PED-RMPA, 45 mil mulheres encontravam-se em funções de gestão no primeiro período, correspondendo a 9,0% do total de ocupadas (497 mil); no período final, permaneceram 45 mil mulheres, mas representando 6,7% do total de ocupadas (674 mil), o que configurou uma retração relativa para o grupo feminino. O contingente masculino que desempenhava essas funções, por sua vez, sofreu uma redução absoluta e relativa, uma vez que, no período inicial, correspondia a 11,7%, totalizando 88 mil gestores dentre 755 mil homens ocupados, recuando para 64 mil gestores do total de 870 mil homens ocupados, o que representou 7,4%. Em função desses comportamentos, a participação feminina entre os gestores passou de 33,8% para 41,3% nos períodos considerados.

Esse movimento mais favorável para o grupo feminino pode estar associado às atuais exigências do mercado de trabalho, que valorizam as qualificações técnicas e sociais de cunho polivalente e encontram nas mulheres maior disposição de adaptação às mudanças implantadas pelas empresas que visam à máxima produtividade, além de apontar uma redução da diferença na histórica relação de poder entre os sexos, quanto ao exercício de cargos de comando no mercado de trabalho.

Redução de cargos de chefia atinge menos as mulheres na RMPA

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Condições institucionais para a gestão urbana nos municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA)

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Edição: Ano 15 nº 06 - 2006

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Os instrumentos legais são de fundamental importância para a disseminação da prática do planejamento em nível municipal. A Constituição Federal de 1988 tornou obrigatórios: a Lei Orgânica Municipal, o Plano Plurianual de Investimentos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei de Orçamento Anual (LOA). Já os instrumentos específicos de gestão urbana (Lei do Perímetro Urbano, Plano Diretor, Legislação Sobre Áreas de Interesse Social e Plano Estratégico) tiveram sua importância aumentada a partir do Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257, de 10.07.01). A existência e o grau de atualização desses instrumentos indicam, em certa medida, se os municípios estão preparados para suas novas funções

O Sistema Nacional de Indicadores Urbanos (SNIU), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, registra que, na Região Metropolitana de Porto Alegre, todos os municípios possuem Lei Orgânica, sem fornecer informações sobre os demais instrumentos obrigatórios. Quanto à legislação urbana, conforme dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais — MUNIC 2001, analisados em Perfil dos Municípios Brasileiros — Gestão Pública 2001, do IBGE (2003), mais de 90% dos municípios da RMPA já contam com suas próprias leis de parcelamento do solo, delimitação do perímetro urbano, código de posturas e código de obras. Curiosamente, o Plano Diretor — obrigatório para municípios metropolitanos — inexiste em quase um terço deles. Mesmo assim, a situação na RMPA é melhor que a do conjunto dos 5.560 municípios existentes no País, em 2001, como se pode observar na tabela.

Condições institucionais para a gestão urbana nos municípios da Região

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Evolução pouco favorável do mercado de trabalho na RMPA, no primeiro semestre

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Edição: Ano 14 nº 08 - 2005

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O comportamento do mercado de trabalho na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), no primeiro semestre de 2005, indica que a trajetória favorável observada no decorrer de 2004 dá sinais de arrefecimento. De fato, dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-RMPA) até junho mostram que a taxa de desemprego total vem subindo no decorrer deste semestre, embora se situe em patamar inferior ao do mesmo período de 2004: tomando-se o mês de jun./05, essa taxa foi de 15,0% da População Economicamente Ativa, face aos 16,8% registrados no mesmo mês do ano anterior. Quanto ao nível ocupacional, houve crescimento de 1,0% entre dez./04 e jun./05, registrando-se forte recuperação do assalariamento com carteira de trabalho assinada (mais 50 mil postos) e queda em formas de inserção precárias, tais como o assalariamento sem carteira e o emprego doméstico. Todavia o comportamento oscilante da ocupação, já observado desde o último trimestre de 2004, interrompe a trajetória ascendente que marcou o ano anterior, o qual encerrou com um contingente médio de ocupados de 1,52 milhão de pessoas (45 mil a mais do que no ano precedente). Os rendimentos médios reais do trabalho, por sua vez, têm-se situado em níveis inferiores aos registrados no ano anterior, na comparação mensal: em maio/05, o rendimento médio real de R$ 903 estava 1,4% abaixo do valor de maio/2004.

Contribuíram para tais resultados, no semestre, tanto a valorização cambial quanto a estiagem que prejudicou a safra agrícola, fatores estes que afetam sobremaneira a economia do Estado gaúcho, dado seu perfil exportador e o peso do setor agrícola.

Evolução pouco favorável do mer

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Mercado imobiliário e déficit habitacional: uma questão controversa

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Edição: Ano 14 nº 01 - 2005

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Examinar o perfil dos investimentos imobiliários e do déficit habitacional na Cidade de Porto Alegre constitui exercício fundamental para se ampliar a compreensão das diferencia ções sociais existentes entre os espaços urbanos. O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-RS) publica informa ções sobre o mercado imobiliário, permitindo considera ções sobre sua dinâmica, do ponto de vista da oferta de novas unidades. O Observatório de Políticas Urbanas e Gestão Municipal (www.ippur.ufrj.br/observatorio) disponibiliza dados sobre o déficit habitacional.

A análise conjunta dessas informações mostra uma realidade bastante complexa.

Observam-se, na tabela, os agrupamentos (por quartis) de bairros que mais se destacaram em cada modalidade examinada. O conjunto de bairros mais elitizados, incluídos no primeiro quartil, reúne a maior oferta de unidades habitacionais (69%). Esse conjunto não coincide com a localização dos bairros que compõem o primeiro quartil do déficit, onde está reunida boa parcela das áreas mais pobres da Cidade, que são responsáveis por quase 55% do déficit. Chama atenção que os imóveis ofertados se concentram em faixas de preço superiores a R$ 180 mil (mais de 50%). Já as carências habitacionais aglutinam-se predominantemente na faixa de renda familiar de até dois salários mínimos (quase 50%).

Assim, a tarefa de solucionar o problema da moradia é difícil, tornando urgente a definição de políticas que se proponham a estabelecer um equilíbrio maior entre o perfil do mercado e o conteúdo das carências.

Mercado imobiliário e déficit habitacional uma questão controversa

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