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Expectativa de vida e mortalidade por causas, no RS, em 2005

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Edição: Ano 17 nº 12 - 2008

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As quatro principais causas de morte no Rio Grande do Sul são responsáveis por 72,5% dos óbitos. Doenças do aparelho circulatório ocupam a primeira posição como causa de morte, vitimando 30,2% dos gaúchos em 2005. Neoplasias estão em segundo lugar (20,8%), Doenças do aparelho respiratório, em terceiro (11,9%), e causas externas, em quarto, sendo essas responsáveis por 9,6% dos óbitos. Essas causas têm impacto diferente na expectativa de vida, pois, enquanto as três principais ocorrem entre a população mais idosa, a mortalidade por causas externas predomina entre os jovens, sobretudo entre os do sexo masculino. Com expectativa de vida ao nascer de 70,5 anos para homens e de 78,6 para mulheres, constata-se que, se todas as mortes por causas externas pudessem ser eliminadas, os homens gaúchos teriam um ganho potencial de 2,5 anos nesse indicador, enquanto as mulheres aumentariam 0,5. A eliminação das doenças do aparelho circulatório acrescentaria 2,3 anos para os homens e 2,0 anos para as mulheres, situação semelhante à das neoplasias. Doenças do aparelho respiratório acrescentariam menos de um ano, se pudessem ser totalmente eliminadas como causa de morte. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, em 2007, cada óbito por causa externa acarretou uma perda média de 35 anos de vida para homens e de 42 anos para mulheres, valores bem superiores aos das doenças do aparelho circulatório, que indicam perda média de 12 e 20 anos para homens e mulheres respectivamente.

Expectativa de vida e mortalidade por causas, no RS, em 2005

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