Textos com assunto: aspectos sociais

Importantes investimentos da FAPERGS para inovação tecnológica no RS

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Edição: Ano 19 nº 08 - 2010

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No último biênio, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) tem-se notabilizadopor importantes investimentos para o apoio da inovação tecnológica em atividades produtivas no Estado, após um considerável período de escassos recursos, tanto para essa como para a área científica em geral.

Merece destaque o Programa de Interação Universidade-Empresa, que ocorreu em duas edições e objetivava apoiar projetos de modernização de produtos e processos produtivos em empreendimentos de cooperação entre universidades e/ou instituições de pesquisa e empresas, em todas as áreas do conhecimento. O Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas (Pappe Subvenção), que aportou recursos, na forma de bolsas de P&D, diretamente para micro e pequenas empresas (MPEs) nacionais, já incorporadas em outro edital semelhante, o Inova Pequena Empresa RS, uma ação conjunta entre Finep, Sebrae-RS e FIERGS/IEL.

Por outro lado, o Programa Agentes Locais de Inovação visava capacitar profissionais de nível superior para auxiliar MPEs a acessarem informações, conhecimentos e apoio financeiro para a promoção de inovações em cadeias produtivas relevantes no RS. Com natureza similar a desse programa, cita-se o Programa de Apoio à criação ou Manutenção de Núcleos de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITTs).

Importantes investimentos da FAPERGS para inovação tecnológica no RS

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Agricultura familiar: novos estímulos à produção de alimentos

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Edição: Ano 19 nº 07 - 2010

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As informações publicadas recentemente no Censo Agropecuário de 2006 permitem afirmar que a agricultura familiar é responsável por 70% da produção dos alimentos comercializados no mercado interno, contando apenas com 24,3% da área total dos estabelecimentos rurais no Brasil.

O anúncio do Plano Safra Para a Agricultura Familiar 2010/2011 vem corroborar a força desse segmento com recursos que totalizam R$ 16 bilhões, um acréscimo bastante significativo (256%), se confrontado com o montante disponibilizado aos produtores em 2003, quando teve início o Pronaf. As taxas de juro, por sua vez, foram reduzidas em seus limites máximos para as operações de custeio e investimento, passando de 5,5% para 4,5% e de 5% para 4% respectivamente.

Já o Programa Mais Alimentos, que incentivou a modernização produtiva das unidades familiares, possibilitou, aqui no Estado, a retomada das vendas da indústria de máquinas agrícolas com tratores de até 75 cv. Para a próxima safra, esse programa amplia de R$ 100.000,00 para R$ 130.000,00 o limite de financiamento para projetos individuais de aquisição de máquinas agrícolas e passa a financiar valores até R$ 500.000,00 para projetos coletivos com o mesmo fim. Esses novos estímulos à produção agrícola são bastante promissores para aqueles estabelecimentos dedicados, principalmente, à oferta interna de alimentos.

Agricultura familiar novos estímulos à produção de alimentos

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Gravidez na adolescência: ainda uma questão a ser enfrentada

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Edição: Ano 13 nº 07 – 2004

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A ocorrência de gravidez na adolescência é um sério problema de saúde pública no País, uma vez que tem várias repercuss ões médicas e sociais. Usualmente, trata-se de uma gravidez de risco, apresentando altas taxas de mortalidade materna, maior número de ocorrências de partos prematuros e de crianças com baixo peso ao nascer. Por outro lado, freqüentemente, é uma gravidez não desejada, acarretando, muitas vezes, o abandono da escola e/ou uma situação de desemprego.

Gravidez na adolescência ainda uma questão a ser enfrentada

No Rio Grande do Sul, também se vivencia essa situação: em 2002, houve 30.507 nascimentos cujas mães tinham até 19 anos (sendo 1.235 de 10 a 14 anos). Entre 1993 e 2002, houve um decréscimo de 16,9% no total de nascimentos, mas, na faixa de 10 a 19 anos, o número de partos caiu apenas 8,6%.

Considerando apenas o grupo das meninas adolescentes, verificou-se uma diminuição do coeficiente de mães por 1.000 mulheres dessa faixa etária, o qual passou de 37,7 por 1.000 em 1993 para 32,3 por 1.000 em 2002, o que configura um resultado positivo no que se refere à gravidez na adolescência, ainda que relativamente pequeno para um período de 10 anos.

Assim, ainda que tenha caído o coeficiente de mães com até 19 anos (número de adolescentes que tiveram filhos por 1.000 mulheres de 10 a 19 anos), tendo em vista os problemas tanto sociais quanto de saúde que pode acarretar uma gravidez na adolescência, é importante que se mantenham e se incrementem a educação e a prevenção, para que a gravidez venha a ocorrer em momento oportuno.

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