Ano 20 nº 09 - 2011

    O euro em crise: o antes, o agora e o depois…

    Em 1999, após uma década de instabilidades e turbulências financeiras, foi criado o euro, uma moeda que nasceu com o intuito de se tornar forte e estável e evitar que a volatilidade das taxas de câmbio prejudicasse a estabilidade econômica da região. Inicialmente, o euro veio a funcionar como moeda escritural, para, então, começar a

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    Crescimento da massa de rendimentos reais na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA)

    O crescimento do Produto brasileiro, nos últimos anos, tem ocorrido, em boa parte, em função da evolução da demanda das famílias, fruto do comportamento positivo do emprego e da renda do trabalho. Também na RMPA, as estimativas da Pesquisa de Emprego e Desemprego apontam nesse sentido, assinalando evolução positiva da massa de rendimentos reais dos

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    População em pobreza extrema: foco na Região Metropolitana de Porto Alegre e na Região Norte do Estado

    Dados recentemente divulgados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) evidenciam o segmento da população brasileira em pobreza extrema, referente às pessoas ou famílias cujos rendimentos não atingem o mínimo necessário para satisfazer adequadamente suas necessidades nutricionais, levando em conta hábitos de consumo, disponibilidade efetiva de alimentos em cada região e seus preços

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    Austeridade fiscal e o equilíbrio macroeconômico no caso brasileiro

    Nas décadas de 80 e 90, o regime de política fiscal brasileiro implicava déficits públicos e dívida pública crescentes. Não havia maior preocupação com o descontrole fiscal, pois os três níveis de governo contavam com o financiamento via receita de senhoriagem (emissão de moeda). O Plano Real, em 1994, conseguiu controlar a inflação através de

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    Por que a taxa de juros básica da economia brasileira (Selic) é alta?

    A taxa de juros básica do Brasil é uma das mais altas do mundo (12,5% ao ano) e, se descontada a inflação, a maior de todas. A razão mais forte de um patamar tão elevado é a persistência no uso do sistema de metas de inflação, sem atentar para as causas que a elevam, como

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    Índice Trimestral de Atividade Produtiva (ITAP) aponta crescimento do PIB gaúcho acima do nacional em 2011

    O ITAP, indicador que mede o crescimento da economia gaúcha, registrou um aumento de 5,8% no segundo trimestre de 2011, com relação ao mesmo período do anterior. Esse desempenho, somado ao crescimento de 7,8% no primeiro trimestre, resultou numa expansão acumulada de 6,7% no semestre — superior, portanto, à expansão de, no máximo, 4,0% que

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