Ano 15 nº 11 - 2006

Produção de trigo no Brasil: longe da estabilidade

O Brasil, que havia chegado perto da auto-suficiência na produção de trigo, na década de 80 — em 1987, foram colhidas no País mais de 6 milhões de toneladas —, tem assistido, desde lá, a bruscas e significativas variações do volume produzido. Os dois últimos anos daquela década já apresentavam queda na produção, mas foi

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Adesão da Venezuela ao Mercosul

Com a entrada da Venezuela no Mercosul, em julho de 2006, ficou estabelecido que a liberalização comercial intrabloco ocorrerá de forma gradual, embora, nas negociações com terceiros países, deva ocorrer incorporação imediata da Venezuela ao bloco, com direito a voto. A adesão da Venezuela ao Mercosul pode apresentar vantagens aos demais membros pela ampliação do

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Queda da força de trabalho na Região Metropolitana de Porto Alegre

No período ago./05-ago./06, observa-se, através dos dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (PED-RMPA), uma tendência clara de declínio da População Economicamente Ativa (PEA) e da taxa de participação — percentual da PEA em relação à respectiva População em Idade Ativa (PIA) —, o que estaria revelando um movimento

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Participação das mulheres nas câmaras municipais do Rio Grande do Sul

A participação feminina nas câmaras municipais do Rio Grande do Sul, entre 1992 e 2004, passou por um acréscimo significativo, em que pese o predomínio masculino. A proporção de mulheres eleitas em relação ao total de vereadores homens e mulheres eleitos, em 1992, foi de 5%. Em 2004, essa proporção havia passado para 12%. Enquanto

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Energia: recursos renováveis versus não renováveis

A submissão das lideranças mundiais, nacionais e regionais no trato das questões energéticas, ao priorizar o crescimento econômico sem considerar adequadamente as externalidades ambientais, levará o planeta a um conflito, cujos efeitos, embora previsíveis, ainda não foram experimentados. Tudo isso em meio a uma geopolítica tensa e explosiva, que beneficia, principalmente, poderosos interesses bélicos e

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Como desatar o nó do investimento público

É consenso entre os economistas que a explicação para o baixo crescimento econômico verificado no País passa pela reduzida taxa de investimento, relativamente estável em torno de 20,0% do PIB, durante os últimos anos. Crescer acima de 5% ao ano significa aumentar essa parcela para, pelo menos, 25,0%. Essa baixa taxa encontra respaldo no minguado

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